Quando a obra passa do prazo
O contrato tem data de entrega. Quando ela passa e a chave não vem, existe caminho para discutir o atraso, a multa prevista, o valor do aluguel do período e, conforme o caso, o desfazimento do negócio.
E quase todo problema imobiliário que chega até aqui começou em um documento mal feito ou em uma etapa pulada na hora da compra. A boa notícia é que quase tudo tem solução. A melhor notícia é que revisar antes custa muito menos do que corrigir depois.
Ilustração do fluxo. Cada caso depende de análise dos documentos e de decisão judicial.
Onde a gente atua
Entenda o problema
Praticamente todo caso que chega ao escritório nasceu de um documento que ninguém leu com atenção ou de uma etapa pulada na pressa de fechar negócio.
O contrato tem data de entrega. Quando ela passa e a chave não vem, existe caminho para discutir o atraso, a multa prevista, o valor do aluguel do período e, conforme o caso, o desfazimento do negócio.
Sem a matrícula em seu nome não dá para vender, financiar nem transmitir o bem com segurança. Usucapião, regularização e retificação de registro existem para fechar exatamente essa distância.
Em vídeo
O que pedir ao vendedor e o que checar em cartório antes de assinar qualquer coisa.
Passo a passo
Você conta a situação e mostra os documentos que já tem em mãos.
Verificamos certidões, contrato e registro, e apontamos o que existe de concreto.
Estratégia, prazos realistas e honorários definidos por escrito antes de qualquer contratação.
Negociação, elaboração de documentos ou ação judicial, conforme o que o caso pede.
Análise do seu caso
Leva menos de um minuto, não precisa de documento agora e chega direto na pessoa certa do escritório.
Suas respostas vão junto com a mensagem, então ninguém vai te pedir tudo de novo.
Perguntas frequentes
Depende do contrato e do tempo de atraso. Em regra se discute multa contratual, lucros cessantes pelo período sem o imóvel e, em alguns casos, a rescisão com devolução dos valores pagos.
A lei limita o percentual que a incorporadora pode reter no distrato. Muitos contratos preveem retenções acima do permitido, e esse é um dos pontos mais discutidos hoje.
Em muitos casos sim, por usucapião judicial ou extrajudicial, ou por adjudicação compulsória. O caminho depende de como você entrou no imóvel e do que existe documentado.
Depende do tamanho e do perfil do patrimônio. Para algumas famílias reduz custo sucessório e organiza a gestão, para outras não compensa. Fazemos essa análise antes de recomendar.
Sim, e é o serviço que mais evita problema. A revisão prévia custa uma fração do que custa discutir o mesmo contrato depois.
Manda a sua situação pelo WhatsApp. A gente lê, analisa e responde dizendo se existe caminho.