Sua venda foi aprovada. E o dinheiro não caiu na conta.
A maquininha entendeu que o seu melhor mês era suspeito e travou o repasse. Sem aviso, sem dizer qual venda foi questionada e sem prazo. Quem fica sem capital de giro é você. Existe um caminho jurídico para reverter isso, e ele começa hoje.
Ilustração do fluxo. Cada caso depende de análise dos documentos e de decisão judicial.
Provavelmente foi assim que aconteceu com você
O roteiro se repete em quase todos os casos que chegam ao escritório.
O que a empresa faz
- Bloqueia sem avisar e sem apontar qual venda foi considerada suspeita
- Fala em análise de segurança, mas não apresenta prova de fraude
- Retém cem por cento do valor, não apenas a operação questionada
- Devolve depois de 120 dias sem correção monetária
- Não assume o prejuízo que a falta do dinheiro causou na sua operação
O que discutimos na Justiça
- Falta de notificação prévia, que é dever contratual e legal
- Ausência de indício concreto de irregularidade
- Desproporção entre o risco alegado e a retenção total
- Correção monetária de todo o período em que o dinheiro ficou parado
- Reparação pelos danos causados pela retenção indevida
Raio X do prejuízo
O dinheiro é seu, a venda foi aprovada, e a conta de esperar quem paga é você.
Retenção não é só dinheiro que demora. É fornecedor sem pagamento, estoque que não se repõe e venda que não acontece. Coloque os seus números abaixo e veja o tamanho real do buraco.
Não existe lei no Brasil que obrigue você a esperar 120 dias para receber o dinheiro de uma venda que a própria empresa aprovou. Esse prazo nasce de cláusula de contrato de adesão e de decisão automática de sistema antifraude, não de norma legal. É exatamente isso que se discute na Justiça.
Ajustar as premissas do cálculo
O cálculo também aplica multa de 2% e juros de mora de 1% ao mês sobre a parte comprometida, que é o padrão de contrato, e considera um giro de capital por mês, que é uma premissa conservadora para varejo e serviço.
- Juros do dinheiro que você teve que arrumarPara não parar, você tirou de outro lugar, e crédito de emergência é caro.
- Lucro das vendas que não aconteceramEsse valor viraria estoque ou material, e voltaria com a sua margem.
- Multa e juros do que atrasouA parte já comprometida com fornecedor, aluguel, folha e imposto não esperou.
- Corrosão do valor paradoA empresa devolve o número antigo, sem correção do tempo em que ficou com ele.
Estimativa construída com os números que você informou, para dimensionar o impacto da retenção no seu caixa. Não é previsão de resultado, valor de causa nem promessa de indenização, que dependem da análise do caso e de decisão judicial.
O que a conta não mede
Os números acima param no que dá para calcular. O estrago real da falta de caixa é uma reação em cadeia, e ela começa no primeiro fornecedor que não recebe.
- 1Fornecedor sem pagamentoVocê perde prazo, perde desconto e volta para o final da fila na próxima compra.
- 2Estoque que não se repõeSem compra não tem o que vender, e a prateleira vazia não gera faturamento nenhum.
- 3Venda que não aconteceO cliente que ia comprar de você compra do concorrente, e dificilmente volta.
- 4Entrega comprometidaO serviço já vendido depende de material que agora você não tem como comprar.
- 5Crédito e nome no mercadoAtraso vira restrição, restrição vira juro mais alto, e o buraco cresce sozinho.
Ilustração do efeito da falta de capital de giro. Cada empresa sente esse impacto de um jeito, e é isso que a análise do caso apura.
Em vídeo
Como funciona a ação para desbloquear o valor
Dr. Patrick Melo explica em poucos minutos o que acontece depois que o caso é protocolado.
Passo a passo
O caminho, do primeiro contato até o dinheiro na conta
Você envia os extratos e o que a empresa respondeu. Dizemos se o caso tem caminho antes de qualquer contratação.
Em parte dos casos uma notificação bem fundamentada resolve sem processo, o que sai mais rápido e mais barato.
O objetivo é a decisão liminar que manda liberar o valor sem esperar o fim do processo.
Cumprimento da ordem, comprovação do repasse e as medidas cabíveis se houver descumprimento.
O que reunir agora
- Extrato da conta da maquininha mostrando o valor retido
- Comprovantes das vendas que foram questionadas
- Notas fiscais e comprovantes de entrega, se houver
- Protocolos e prints do atendimento com a empresa
- Faturamento médio dos últimos meses
Atuamos em casos envolvendo
Análise do seu caso
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Suas respostas vão junto com a mensagem, então ninguém vai te pedir tudo de novo.
Perguntas frequentes
O que costumam perguntar
A maquininha pode reter meu dinheiro por 120 dias?
A retenção só se sustenta quando existe indício concreto de irregularidade e o lojista é comunicado com clareza. Bloqueio automático, sem aviso, sem apontar a operação suspeita e sem prova de fraude é justamente o cenário questionado na Justiça, com pedido de liberação em caráter de urgência.
Em quanto tempo o valor é liberado?
Não existe prazo garantido, e desconfie de quem prometer um. Quando o juiz defere a tutela de urgência, a ordem costuma ser cumprida em poucos dias. O prazo real depende do juízo, das provas apresentadas e da conduta da empresa.
Preciso ter todos os documentos para começar?
Não. Comece com o que tiver em mãos. Parte do nosso trabalho é identificar o que já existe e o que precisa ser reunido para deixar o caso mais forte.
Vale a pena entrar se o valor bloqueado é baixo?
Depende do impacto na sua operação e do tempo de retenção. Fazemos essa conta com você antes de qualquer contratação e dizemos com franqueza quando não compensa.
Moro em outro estado. Vocês atendem?
Sim. Os processos tramitam em meio eletrônico e as audiências são por videoconferência. Boa parte dos casos que conduzimos hoje é de clientes fora do Ceará.
Ainda com dúvida sobre o seu caso?
Manda a sua situação pelo WhatsApp. A gente lê, analisa e responde dizendo se existe caminho.